quinta-feira, 28 de abril de 2011

"... e não teria ECA que o protegeria de mim."


Perdi as contas de quantas vezes fui na escola apagar incêndios provocados por meu filho caçula. Desde o prezinho!
Em três oportunidades fui na sala e perguntei aos colegas como ele se comportava. Houve um certo constrangimento, mas surgiram as vozes representantes dos demais. Numa das oportunidades uma menina falou: “O Henrique é muito legal. Mas ele também incomoda demais. A gente gosta dele”. Perguntei que tipo de coisa ele fazia. “Ele coloca o pé no caminho pra gente tropeçar”, dentre outras coisas. Na última vez a coisa foi mais grave porque reagiu a uma professora, tirando sua autoridade.
Em nenhum momento dei cobertura aos seus malfeitos, jamais passei a mão na cabeça, jamais os errados foram os colegas ou professores sem uma avaliação. O caso é que a maioria dos pais dá cobertura às coisas erradas dos filhos para sofrimento dos colegas de rua e de escola.
Minha filha certa vez comentou que um dos meninos estava importunando-a. Ouvi sem demonstrar apoio a ela, tampouco contrariei. Passado um tempo duas coleguinhas faziam tarefas com ela em minha casa e tocamos no assunto. As meninas esclareceram ainda mais a situação. Fui na escola. Entrei na sala e perguntei a todos o que aquele guri andava fazendo. Várias meninas falaram que ele, dois anos a mais que a média da sala, agarrava-as no intervalo de aulas etc. Foi então que me dirigi a ele e disse, com dedo em sua cara, que se fizesse mais aquilo se veria comigo e não teria ECA que o protegeria de mim. O problema acabou.
Com meu filho do meio a coisa foi bem diferente. As professoras reclamavam dele e fui muitas vezes à escola. Fiz várias coisas de que me arrependo pela dureza da disciplina que usei. Ele era vítima de alguns outros guris que batiam nele. Somente soube anos mais tarde. As professoras e nós só víamos suas notas ruins. Cheguei a chorar na sala da orientadora pedagógica. Estava decepcionado comigo mesmo. Não sabia o que fazer. Passou um tempo e comecei a cobrar alguma atitude da professora. Ela me parecia fora de sintonia com seus alunos. Nada sabia de sakte, por exemplo. Foi então que a orientadora deixou escapar que a professora estava em fim de carreira, que não podiam fazer nada etc. Levantei e disse: “Ou dá um jeito na professora ou não me chame mais aqui”. Nunca mais me chamaram e meu filho perdeu dois anos em seus estudos.
No primeiro caso citado eu dei um ultimato. Disse que se meu filho saísse para o recreio sem colocar as tarefas atrasadas em dia não me chamassem mais. Acompanhei um tempo e vi que as tarefas andavam lentamente. Um dia perguntei se estava indo para o recreio. Disse que sim. Liguei para a escola e cobrei a decisão tomada. Deram uma desculpa de que o guri estava ficando sozinho na sala de aula etc. Então eu disse: “Não me chamem mais”. E não me chamaram.
Não falei de bullying? Falei sim. A questão é que os pais se distanciam dos filhos e a escola não dá respaldo. Os professores e direção não recebem treinamento, tampouco a faculdade que fazem dá alguma orientação. Não há, definitivamente, qualquer ação inteligente para essas crises que resultam em ‘bullying’ ou qualquer outro conflito.

sábado, 23 de abril de 2011

PROPOSTA DE NOVOS LEGISLATIVOS

O modelo atual dos legislativos não é representativo, com algumas exceções como alguém eleito por um grupo específico; sindicalistas e policiais mais precisamente (nesse caso há um deputado estadual em Santa Catarina com história na PM).

Câmara de Vereadores de Criciúma volta a ter 21 vereadores a partir da próxima eleição. É um dos exemplos que devem se repetir por todo o país. Uma das razões é que não se sabe a quantidade de vereadores para que a cidade seja atendida. Tampouco sua função é clara e, menos ainda, o povo tem consciência das possibilidades. Criou-se a ‘consciência’ de que são uma despesa inútil, antro de ladrões e coisas que não ajudam em nada.

Faz alguns dias perguntei a algumas pessoas se acompanhavam o trabalho dos legisladores, pelo menos via sites. Nada. Ora, se não tenho tempo para entrar num site e vasculhar como posso considerar a possibilidade do serviço não feito? Nossos legislativos são exemplo de nível de informação pela internet para que o povo os ignore, ou meia dúzia de interessados acompanhe.

Não seria o caso de pensarmos um pouco mais sobre nossos legislativos? Representar significa o quê? Como isso se processa? Você tem necessidade de ser representado?

Representar politicamente significa levar minhas ideias e necessidades adiante, exatamente como eu faria. Porém, somente os grupos organizados podem ser ouvidos. O povo, disperso como está em sua voz, não tem como ser ouvido. Eis a questão. Somente organizados em grupos de interesses que podemos ser representados. As muitas associações espalhadas pelo país dão conta dos nossos muitos interesses e necessidades: de donas de casa a transplantados, de ceramistas à atletas, pescadores, servidores públicos.

Qual o mais importante, o que é fundamental numa democracia, o voto ou a representatividade? Não temos os dois ao mesmo tempo. O caminho dos nossos legislativos está equivocado. Hoje o ato de votar está acima da representatividade. É uma inversão de valores absurda criada em nome de uma democracia sem sustentação.

Acima do voto, que já mostrou ser extremamente limitado e vicioso, está a representação legislativa. O Congresso, Assembleias e Câmaras de Vereadores deveriam ser compostas por representantes de seguimentos organizados da sociedade que são efetivamente focados no cidadão. Assim se formam os conselhos. Nem precisaríamos do voto direto. A medida que a base se organiza e envia seus comissários a representação se dá. O ocupante do cargo teria a quem prestar contas diretamente. Muito tempo e dinheiro deixariam de ser gastos em campanhas. A corrupção, endêmica, seria mais controlável porque jamais acabará. A despeito dos sindicatos de trabalhadores serem, em geral, incompatíveis com o progresso do país e de seus próprios sindicalizados, currais de disputas mesquinhas. Porém, se são assim é por omissão de quem deveria primar pela boa conduta de seus representantes. De qualquer forma a pluralidade de nossa gente estaria onde deve estar: na gestão das leis e na fiscalização dos executivos. Hoje isso é possível, tal os arranjos sociais que temos.

Essa representatividade é possível? Claro que é. Quem poderá realizar a mudança senão os próprios políticos forçados pela sociedade. Mas a sociedade quer? Com certeza não. Não quer porque não sabe. Por isso lanço o desafio de fazer essa ideia ser discutida, pois tenho convicção plena que é um modelo muito melhor do que o atual.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A ORIGEM DA EXPRESSÃO 'VANDALISMO' (Apresentado em aula de História Antiga)

VÂNDALOS E VANDALISMO


André “Roldão” Souza

Mariane Amboni Marcelino
Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
História (HID 0130)
18/abril/2011


RESUMO

Consideramos neste trabalho a possibilidade de esclarecer a origem do termo vandalismo. Para tal fez-se necessário estudar não o momento em que a palavra foi cunhada, mas porque ela foi cunhada. Nesse sentido foi buscado a origem do povo Vândalo, sua trajetória pelo mundo da história antiga, suas lutas, conquistas e seu derradeiro desaparecimento. Na Introdução, além das questões a serem respondidas pela pesquisa, há uma breve relação com outras ações humanas ao longo da História. Em seguida o povo, ou povos Vândalos, são e localizados em sua origem e depois em suas migrações. Além disso, há a referência a conquista de Cartago, como fato singular no modo de conquistas que permearam o surgimento e declínio de grandes centro do passado. Na conclusão é feita uma análise da construção da palavra e seu uso hodierno dentro da dinâmica das línguas e seus constantes, espontâneos e incontroláveis neologismos. 

Palavras-chave: Vandalismo. Bárbaros. Roma. África.

1 INTRODUÇÃO


A História sempre será reveladora. Nesse contexto se vê o vandalismo de hoje grassando nas ruas, em prédios públicos e privados, em eventos esportivos, nas escolas etc, e a origem da expressão. Esse “ismo” de hoje reflete o total desrespeito para com o alheio como uma filosofia de vida, ou um estilo de vida, ou mesmo como espasmos momentâneos de submissão ao grupo que pertence o agressor. Imortalizada como sendo uma ação de destruição é resultado de um episódio na história protagonizado pelos Vândalos.

Quem seriam esses Vândalos e o que fizeram para entrarem para a história de modo tão jocoso? Teriam feito algo ainda mais aterrador que os Romanos ao destruírem Jerusalém no ano 70 d.C.? Seriam mais furiosos e insanos que os Hunos sob o comando de Átila? Pilharam mais que os espanhóis ao império Inca? Teriam tido mais desprezo pela humanidade que os comunistas nas ordens de Stalin ou Mao Tsé-Tung?

Diante dessas e de outras questões vamos estudar o há de conhecido desse povo. Vamos tirar da História informações para responder quem eram, como viviam, seus feitos e como desapareceram. Dessa forma teremos, não somente entendimento etimológico, mas também daremos mais um passo em direção a nós mesmos e as possíveis eternizações de fragmentos das nossas vivências.


2 CARACTERÍSTICAS DO POVO VÂNDALO


É consenso entre os historiadores que os Vândalos são de origem germânica (bárbaros) e tenham surgido na Escandinávia, provavelmente onde é a Noruega de hoje, no primeiro século do calendário cristão. Em sua história é facilmente identificada a migração provavelmente em função de divisões internas, necessidades de locais mais apropriados para seu sustento e impelidos por outras tribos. Os vândalos tiveram duas tribos mais significativas: os Silingos e os Asdingos. Contudo, não há informações claras sobre o modo de vida, culinária, artes ou mesmo heranças que poderiam ter deixado à humanidade.

Da Escandinávia passaram pela Gália, península Ibérica e chegaram ao norte da África. Estiveram também onde hoje é a Romênia. Nesse percurso por séculos enfrentaram e foram aliados do Império Romano, se viram ameaçados pelos Hunos de Átila e lutaram contra outros germânicos, com os quais também realisaram alianças, num claro dinamismo político.

Seu fim se deu sob o ataque do imperador romano Justiniano que, se aproveitando de um momento de fragilidade política desse povo, enviou para a “África um corpo expedicionário, comandado por Belisário que, aproveitando o apoio dos Ostrogodos da Sicília e dos povos indígenas africanos, derrubou em pouco tempo o reino dos Vândalos (junho de 533 - março de 534), que saíram assim definitivamente da História”[1].

Os primeiros registros escritos a seu respeito se deram no confronto que tiveram com o exército do imperador Marcos Aurélio, ao atravessarem o rio Danúbio em direção ao sul, no território onde hoje é a Alemanha no ano 270.


3 MIGRAÇÕES

Sua primeira migração se deu para o sul no início do terceiro século, quando chegaram ao Danúbio. No ano de 270 foram expulsos para outra margem desse rio inaugurando um misto de vontade de expandir ou conquistar com a pressão exercida por outros povos. Também foram tratados pelos romanos como bárbaros, identificação dada a quem não pertencia ao Império. Em sendo assim, habitaram as extremidades do Império Romano.

No início do século V chegaram à península ibérica. Nessa época já estavam cristianizados. Entretanto, seguiam a alinha ariana da fé cristã. Nessa concepção Jesus não tem natureza divina, numa negação clara da Trindade. Essa posição doutrinária foi fortemente atacada pela igreja, tão logo obteve poderes para tal com a conversão do imperador Constantino, no início do terceiro século no nosso calendário.

O grupo que chegou onde é a Romênia atualmente foi atacado pelos Hunos, sob o comando de Átila. Forçados, migraram para oeste. Em seu caminho estavam os Francos. Depois do confronto com os Francos atravessaram os Pirineus e chegaram em 409 à península Ibérica. Ali se estabeleceram, dominando a região, graças ao sistema de concessões dos romanos chamado Foederatti, em que os povos bárbaros recebiam terras e em troca forneciam homens para o exército. Nesse tempo Gunderico era rei dos Vândalos Silingi. Seu meio irmão Genserico decidiu formar uma esquadra e através do Estreito de Gibraltar chegou à África em 429.

O primeiro registro de saques realizados pelos Vândalos se deu por volta do século IV após um confronto com os Francos. Dessa batalha saíram mortos cerca de 20 mil Vândalos e sua vitória foi possível graças à ajuda de outro povo bárbaro, os Alanos. Essa união com os Alanos propiciou a formação de um grande reino que chegou à Sicília, Sardenha e Córcega através de uma eficiente capacidade de navegação.


3 “VANDALISMO”

Na África eles protagonizaram a única dominação de uma cidade na antiguidade em que não houve mortes em grande escala. “Em 429, depois de se tornar rei, Genserico cruzou o estreito de Gibraltar e se deslocou a leste até Cartago. Em 435, os romanos lhes concederam alguns territórios no norte da África, e já em 439 Cartago caiu ante os vândalos”[2]. Nesse episódio a invasão se deu de forma paulatina e relativamente pacífica. Quando os cartagineses se deram conta estavam dominados.

Porém, a relação do nome Vândalo com vandalismo se deu por causa da invasão de Roma em 455, mesmo tendo recebido dos romanos algumas benesses havia algumas décadas. Por duas semanas eles atacaram a cidade destruindo, principalmente, obras de artes. Muitas delas frutos dos saques a Jerusalém e Grécia pelos romanos. Tal foi a agressão à cidade, às obras, muitas delas jamais foram restituídas, que chamou a atenção do Império Romano do ocidente em franca decadência e demais povos da época, notadamente o Império Romano do oriente.

É possível que tenha sido o maior ataque dessa natureza jamais registrado na história das civilizações, por não ter sido uma ação de conquista, mas basicamente de pilhagem. As destruições que ocorreram ao longo do tempo não foram alvo de fúria tão objetiva como nessa invasão de Roma, tampouco foram os Vândalos os únicos a atacarem Roma num período em que o império ruía e os bárbaros dominavam. Em geral, as perdas para a cultura das artes se davam como um efeito colateral aos fatos dessa natureza.


4 CONCLUSÃO

“A acepção atual de vândalo no sentido de depredador provem do adjetivo francês ‘vandalisme’, cunhado em 1794 pelo bispo republicano Grégoire, para criticar os depredadores de tesouros religiosos.”[3] Com o tempo a palavra ganhou mais peso.

Nossa cultura relaciona a depredação de obras de arte e espaços públicos à palavra vandalismo. Coisa que se vê ainda hoje, quando um bem é gratuitamente depredado por um desconhecido sem que haja, necessariamente, uma relação direta com um protesto ou coisa semelhante. “Atualmente o termo Vândalo é utilizado para identificar saques bárbaros e destruição, mas a conduta de tal povo não foi diferenciada dos hábitos dos povos antigos que também saquearam Roma, o que torna a utilização relativamente injusta[4].

Além da depredação, destruição propriamente dita, parcial ou total, surgiu a pichação, a qual também é caracterizada como vandalismo, a qual afronta sem destruir. No entanto, a relação da palavra com sua origem não chega a ser clara em nossos dias, senão para estudiosos de História.

Com este estudo resumido procuramos identificar o povo e os fatos que levaram à criação da palavra vandalismo, totalmente integrada ao nosso vocabulário e que permeia os noticiários. A criação de neologismos está em curso. É uma das características da dinâmica das ideias e das relações que ocorrem diariamente. Dos fatos aos símbolos é natural que as palavras encerrem ideias construídas coletivamente. Daí a destruição de obras de arte ser um ato de vandalismo, coisa inaugurada por um povo cuja história é tão ou mais dinâmica que outras tantas.

Mesmo o termo Bárbaro recebeu significado diverso ao original, fruto desse mesma dinâmica que vemos na formação de expressões. Por outro lado, a dominação de Cartago, norte da África, se tornou um exemplo de estratégia militar sem o morticínio que caracteriza a humanidade nessas ações. Vandalismo poderia ter tido esse significado.


5 REFERÊNCIAS


Vândalos. Infopédia. Porto, Porto Editora, 2003-2011. Disponível em www.infopedia.pt/$vandalos. Acesso em 10 de abril de 2011.

Vândalos. Wikipedia. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A2ndalos. Acesso em 13 de abril de 2011.

Vândalos. Infoescola. Disponível em http://www.infoescola.com/povos-germanicos/vandalos/. Acesso em 15 de abril de 2011.




[1] Vândalos. Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011. Disponível em www.infopedia.pt/$vandalos. Acesso em 10 de abril de 2011.
[2] Vândalos. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A2ndalos. Acesso em 13 de abril de 2011.
[3] Op cit.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

GOVERNO DE SANTA CATARINA FAZ POVO DANÇAR


Criciúma e região foram surpreendidas em 2005, quando da iniciativa do governador de Santa Catarina à época, Luiz Henrique da Silveira, ao anunciar as tratativas para a instalação, nessa cidade, de uma unidade da Escola Instituto Mazowsze do Brasil, escola de canto e dança da Polônia referência mundial. O histórico cultural de LHS não deixava dúvidas, pois já houvera conquistado a Escola do Teatro Bolshoi, como prefeito de Joinville. Quem poderia pensar no insucesso como governador?
No final de 2010 a notícia havia transposto nosso quintal e virou evento nacional como retrata o Jornal do Brasil em sua edição de 17 de dezembro: “A instalação da Escola Instituto Mazowsze do Brasil, em Criciúma, prevista para março de 2011, foi consolidada, nesta quinta-feira (16), com a assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o Governo do Estado de Santa Catarina, Instituto de Canto e Dança Folclórica Mazowsze no Brasil e a Companhia Mazowsze da Polônia”. Transcorridos seis anos, vencida uma burocracia entre dois países, dinheiro público aplicado em novas instalações para a escola, prédio adaptado e acabado, professores acertados, o que mais faltaria?
Pois faltou. Em março próximo passado, ao invés do coquetel de inauguração a malfadada desculpa de revisão do processo e de valores, e a postergação dos sonhos de centenas de crianças. Enfim, toda a comunidade que acompanhava algo que nos colocaria no cenário mundial das artes cênicas ficou estarrecida.
Faltou mais que dinheiro. Faltou consideração, respeito para com as pessoas envolvidas voluntariamente como D. Iara Gaidzinski que capitaneou um processo longo, de muitas viagens e, principalmente, de confiança depositada. Faltou respeito para com os professores que aceitaram a palavra e deixaram de lado outras propostas de trabalho. Receberão indenização? Movida por extremo constrangimento, D. Iara joga a toalha com o aval de todos nós, de forma inapelável.
O atual governo do Estado não deve explicações, deve ação.
Instalação do Instituto de Canto e Dança Folclórica Mazowsze no Brasil, em Criciúma, imediatamente!