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    AS INTERESSEIRAS DE SEMPRE

    As mulheres SEMPRE escolheram seus parceiros pelas condições materiais que poderiam proporcionar, inclusive por influência das famílias. E os homens pelo sexo. SEMPRE! Mas parece que muita gente não percebe e acha que a coisa é de hoje! Então, vamos passear pela história para vermos se isso tem algum fundamento.

    Antes, uma observação. A novidade, digamos, é que elas passaram a ter a grana sem homens e eles o sexo sem casamento. E isso não tem a ver com feminismo, tem a ver com capitalismo, meios de produção, divisão de riqueza, coisas que, diga-se de passagem, a Esquerda quer destruir. Então, meus caros, joguem o jogo com essas regras. No final das contas, ou o valor da família é redescoberto, ou a ruptura social avançará.

    Para começar, o exemplo do nosso monarca, Dom Pedro II.

    "Em 1841, o governo brasileiro enviou representantes à Europa para encontrar uma princesa que aceitasse se casar com o jovem imperador (que assumira o trono muito cedo). Tentativas anteriores com a Áustria (Príncipe de Metternich) falharam, pois a corte europeia lembrava das dificuldades enfrentadas por D. Leopoldina (mãe de Pedro II) e considerava o Brasil um destino distante e exótico. As negociações avançaram com o Reino das Duas Sicílias (atual Sul da Itália). O contrato de casamento foi assinado em Viena e em Nápoles em maio de 1842. A cerimônia inicial ocorreu em 30 de maio de 1843 em Nápoles, onde D. Pedro II foi representado por cunhado/príncipe Leopoldo (Conde de Siracusa)." (texto Google)

    Na história tivemos outros grandes exemplos do peso político e patrimonial entorno do casamento. Observe que os interesses pessoais e românticos não contam. Evidentemente, caso a pretendida não aceitasse, o casamento não ocorreria. Para o homem a coisa não vai muito além dela ter uma genitália.

    Fernando de Aragão e Isabel de Castela. Em 1469 este casamento uniu duas das mais importantes casas reais da Península Ibérica. A união criou uma poderosa aliança dinástica que acabou levando à formação da monarquia espanhola. Foi negociada no contexto das disputas sucessórias de Castela.
    Maria Antonieta e Luís XVI. O casamento foi resultado de uma aliança entre as rivais Áustria e a França. Maria Antonieta, filha da imperatriz Maria Teresa da Áustria, casou-se com o francês Luís XVI que se tornaria rei, para unir as duas monarquias, especialmente depois da Guerra dos Sete Anos, em 1770. Os noivos tinham apenas 14 e 15 anos quando se casaram.
    Henrique VII da Inglaterra e Isabel de York. O ano era 1486 e surge a alternativa para encerrar a Guerra das Duas Rosas. Henrique VII pertencia à Casa de Lancaster; Isabel de York, à Casa de York.
    A união das duas casas fez surgir a nova dinastia Tudor e encerrou uma profunda rivalidade.


    Na foto o filho de Mukesh Ambani, 9ª pessoa mais rica do mundo, Anant Ambani, de 28 anos, com sua esposa Radhika Merchant. Filha de magnatas da indústria farmacêutica, Radhika tinha 29 anos, ao se casar, e atua no conselho de administração da Encore Healthcare, fundada por seus pais. A pergunta que não quer calar é qual apelo sexual um rapaz desse, claramente dominado pela mãe, causa numa mulher linda como ela...

    Estes exemplos parecem distantes da nossa realidade. Parecem! Ainda hoje as famílias ricas, de milionários a bilionários, buscam entre seus semelhantes a união pelo matrimônio. Esse romantismo das telas não existe acima dos meros mortais, como nós. Porém, há zilhões de vídeos na Internet nos quais as mulheres deixam bem claro que querem homens acima de status social. O jogo está às claras.

    O problema para as mulheres é que uns poucos homens têm renda acima de três salários mínimos antes dos 25 anos no Brasil. Assim, a vida proporciona um ritual bem interessante, no qual elas perdem com o tempo. O homem atinge seu auge entre 40 e 50 anos, quando já formou sua família. Uma vez que volta a ser solteiro tende a escolher as mais novas sem que queira um relacionamento sério. Isso em regra geral. Por sua vez as mulheres deixam de ser atraentes com o passar do tempo. Assim, enquanto o homem atinge seu auge, elas decaem muitíssimo.

    A natureza tem suas regras biológicas, contra as quais plástica e botox pouco ou nada resolvem. É o que se convencionou chamar de Valor Sexual de Mercado (VSM). Homens maduros têm acesso às jovens, enquanto as maduras se tornam menos interessantes com o tempo. Enfim, se posso dar alguma dica: mulheres, não se apressem por ficarem solteiras depois de terem se casado, se pretendem arrumar outro.

    Naturalmente e instintivamente, elas querem garantir o sustento da prole. É o furor uterino ditando comportamentos. Nada além disso. Compreensível para quem entende que a base do casamento é subsistência da nossa espécie. O prazer físico advém desse impulso. Do contrário não existiríamos.

    Paralelamente, vemos a ilusão de algumas muitas, reforçado por evidenciarem seus dotes físicos. Ao serem assediadas, sendo bonitas, depois dos 30 anos, imaginam que terão o cara dos sonhos ali adiante, filtrando como se atingiriam seu plano. A realidade é que não vão passar de objetos de desejo para o momento. E a vida seguirá seu caminho!

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