segunda-feira, 6 de março de 2017

ALGUMAS VERDADES SOBRE AS MULHERES

Não me culpem por observar os fatos como eles são!!!

Um colega fez uma observação interessantíssima: os equipamentos que facilitam a vida das mulheres em casa e, portanto, facilitam sua atuação no mercado, foram inventadas por homens. Hoje, obviamente, homens que moram sozinhos ou dividem tarefas domésticas, usufruem dessas invenções. Mas há casos bem interessantes sobre aquilo que seria obviamente feminino. Um dos exemplos que me parece relevantes foi do cardeal francês Richelieu (1585-1642), um fervoroso defensor das boas maneiras que, por volta de 1630, sugeriu ter-se um talher para ser usado exclusivamente à mesa, já que utilizavam as mãos para levar o alimento à boca. Na moda, coisa que elas dominam como consumidoras, são os estilistas que se sobressaem, bem como na culinária e nas artes.

Os eletrodomésticos fazem parte da emancipação feminina

Para mostrar o quanto isso é verdadeiro temos, ao longo da História, mulheres se sobressaíram, como Cleópatra e Joana D'Arc, e fizeram Era, a Vitoriana! "A rainha Vitória reinou na Inglaterra por sessenta e quatro anos (1837-1901), seu governo ficou conhecido como a “Era Vitoriana”, período de grande ascensão da burguesia industrial." (Info Escola). Mais recentemente tivemos a filósofa russa, radicada nos EUA, Ayn Rand (1905-1982), um ícone em questões econômicas e uma história pessoal de bravura, por exemplo. E por que se sobressaíram? Porque não fazem parte do que é recorrente.

Catarina de Aragão não foi popular, mas influenciou a sociedade
E mais. Catarina de Aragão (1509-1533) introduziu o uso de talheres na corte britânica, bem como o famoso "chá das cinco". Portuguesa de nascimento, sua presença na corte não era bem vista por ser estrangeira, mas não curvou-se a isso. E, acredite, foi por causa dela que se ouviu a primeira ópera na Inglaterra. Uma mulher culta sem dúvidas. No Brasil tivemos uma princesa Isabel, cujo conhecimento serviria para humilhar qualquer professor universitário de hoje.

Margareth Tatcher! Dispensa qualquer comentário!

Essas que foram ícones em seu tempo e, pela singularidade de seus feitos, atestam duas coisas: as mulheres podem o que quiserem; e, as de hoje, gritando contra o machismo, muito mais interessadas em selfies no espelho de academia, são umas fracas a acharem como justificar sua fraqueza. Ora, poucas coisas são tão genericamente burras quanto culpar ''a sociedade''. Enquanto isso os homens continuam sendo homens...

Não cabe a tal guerrinha ridícula dos sexos, mas entender quais são as forças, fraquezas, necessidades e interesses naturais de cada um, com as exceções que dão suporte à regra. Ao vermos os fatos como são há uma certa agressão, digamos, mas não existe outra coisa a fazer. Daí, suponho, os conflitos são minimizados quando, no espelho, temos aquilo que somos.

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