quinta-feira, 18 de setembro de 2014

REDUÇÃO DA FOME NO PAPEL

A insanidade petista não tem limites. Porém, é uma insanidade pensada, articulada e conta, evidentemente, com a ignorância do povo que quer manter. Afinal, um povo instruído não aceita petista. Vamos ao exemplo grotesco da hora.

O diretor-geral da Organização para a Alimentação e Agricultura (Food and Agriculture Organization - FAO) é o petista José Graziano da Silva, ex-ministro de Lula, um dos mentores do Fome Zero. E como todos deveriam saber, esse programa brasileiro ficou no papel. Contudo, para surpresa de uns poucos atentos ele diz de si mesmo, no site da ONU, como segue abaixo:

O relatório também parabeniza o governo por importantes passos institucionais e implementação de marcos legais que possibilitaram os avanços no combate à fome no Brasil. Entre eles, a incorporação à Constituição Federal, em 2010, do direito humano à alimentação adequada e, em 2011, da institucionalização do Plano Nacional de Segurança Alimentar, com destaque ao lançamento da Estratégia Fome Zero, e a implementação, de forma articulada, de políticas de proteção social – como o Bolsa Família e o Programa Nacional de Alimentação Escolar – e de fomento à produção agrícola – como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar e o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA).
(Texto completo AQUI)

Em um contraponto mais que necessário, e não contestado pelo autor da façanha ''oficial", o colunista de Veja, Reinaldo Azevedo declara:

Os petistas adoram dar sumiço em pobre e esfomeado mudando o critério de avaliação. Nunca antes na história deste país e deste mundo um partido usou tão bem a estatística para melhorar a realidade desde que isso seja do seu interesse. Em 2013, a FAO concluiu que 7% dos brasileiros passavam fome. Aí se passou a considerar as refeições servidas fora de casa, como restaurantes populares e merenda escolar, e pimba! Os 7% viraram 1,7%. Com mais uma “mudança de critério”, pode-se chegar a zero, certo?

Enfim, não bastasse colocar que os bolsistas estão entre os empregados, como se carteira assinada tivessem, os nobres mandatários do país vêm com mais essa propaganda enganosa.

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