sábado, 4 de janeiro de 2014

DIREITA-ESQUERDA, DIREITA-ESQUERDA...

Atentem para este resumo do que seja Direita e Esquerda do filósofo, professor da PUC-SP, Luiz Felipe de Cerqueira e Silva Pondé, durante o programa Painel, da Globo News:

"O pensamento liberal, conservador, de direita, não essa patifaria de ditadura, exige de você uma responsabilidade pelo que você faz. Eu sou responsável pelo que faço, eu busco a autonomia. Pra mim a maior virtude do pensamento de direita é a autonomia. Enquanto que o pensamento de esquerda, ao dissolver você no coletivo, ao dizer que a responsabilidade pelas coisas que acontecem é dos outros, ao dizer que a culpa é dos outros é confortável. Então, o preguiçoso adora ser de esquerda."

Pois bem, caso te faltem exemplos devo lembra-lo de um dos clássicos do discurso sociopata da esquerda: a criminalidade é gerada pela pobreza.

A estratégia da esquerda, por onde andou, foi mudar a interpretação da história. É uma forma bastante forte e consistente, não por seu conteúdo, mas pela falta de conteúdo da massa, de tornar aquilo que fez de errado em virtude e aquilo que o diferente fez de bom em maléfico. Tem a pachorra de acusar opositores de 'fascistas', quando o Fascismo foi da mais absoluta esquerda. basta ver o conteúdo programático e pragmático. Opositores ao fascismo e comunismo, ou íam pra cadeia ou eram mortos.

Eu senti na carne, digamos, o que é um estudante universitário esquerdista, burro como todos eles, ao reagir quando eu disse que o capitalismo era o que tínhamos de melhor. Não que seja o melhor, mas é o que temos de melhor. A forma como agem, da mais absoluta agressividade, espanta. Da mesma forma uma colega de curso apresentava suas ideias do porquê da pobreza na África como sendo fruto do sistema econômico ocidental. Apresentou imagens de guerras civis como sendo resultado da concentração de renda. Evidente que alertei para o equívoco e fui alvo não de um contra-argumento, mas de reclamação de que eu estava errado. É ou não é uma forma de maucaratismo, de jogo baixo ou da mais absoluta preguiça mental?

Falam da importância da 'distribuição de renda'. Ora, que renda teria para ser distribuída senão numa economia de mercado, no lucro e da concorrência?

Se há um caminho para o Brasil é o da liberdade econômica, minimização do Estado e da chamada do cidadão à sua responsabilidade. As Leis estão postas e ninguém pode justificar-se diante dela pondo a culpa de seus atos e situação no coletivo, na sociedade. Tampouco o Estado deve ser a mãe de todos, aumentando suas tetas para alimentar imbecis sociais. Pobre não é sinônimo de bom, nem rico de mau, muito menos paternalismo significa dar dignidade.

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