quarta-feira, 6 de março de 2013

A QUEDA DE EDUARDO MOREIRA

Para mim não resta a MENOR dúvida que a queda de Eduardo Moreira e seus amigos não está em meterem ou não a mão na prefeitura de Criciúma, ou na Celesc, ou onde quer que seja. Caso fosse isso Salvaro também teria sumido, pois a denúncia do Gaeco, apropriação indébita da CriciúmaPrev, aluguel forjado para a Alesc, são coisas incontestáveis.

Sua impopularidade está em seu afastamento da base, sua falta de contato com o povo. O que também é detectado por alguns peemedebistas. Bastaria ele manter relação fora de campanha eleitoral e dizer que Clésio Salvaro é caniça... Foi o preço da estadualização do seu nome com vistas à cadeira de governador que, suponho, ainda faça parte dos seus desejos.

O sucesso político-eleitoral tem apenas uma cola: aperto de mão com tom de humildade. As pessoas querem ver, ouvir e tocar os políticos. Querem que saibam que existem. Querem receber atenção. Isso se dá basicamente pela falta de informação recorrente, onde o currículo pouco importa.

Além disso, na condição de vice-governador teria acesso a uma infinidade de serviços público em que o ''jeitinho'' faz toda a diferença. Principalmente na saúde. No desespero da família, conseguir uma cirurgia marca para o resto da vida. Imagine aquele pai, pessoa simples, fazendo um pedido e recebendo a ''ajuda''.

Salvaro foi exímio na relação com o eleitor como você pode conferir nesta outra publicação que fiz AQUI.

Eduardo Moreira pode voltar à cena facilmente, basta gastar sola de sapato.

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