TRECHOS DO LIVRO DE HITLER E O FEMNISMO (PARTE 1)
Quando vi postagem no Instagram sobre este caso fui pesquisar, não necessariamente por ser inusitado, mas porque não acreditei que fosse possível. Trata-se de como a Esquerda, travestida de defesa das mulheres pelo feminismo, pode ser, na realidade, uma espécie de eugenia. Há muitas formas de conferir isso. Uma das mais terríveis foi o investimento massivo em abortos nos EUA que resultaram na queda da população negra naquele país. Um projeto liderado por brancos. Mas este assunto vale outra postagem. Agora vou me ater no caso a seguir que revela como o movimento feminista aceita algo por usar sua linguagem, não por conter alguma verdade! O texto que segue é um copia/cola integral do Meta, inteligência artificial do Facebook/Instragram. Se quiser conferir trechos do artigo original, clique AQUI.
Esse é o Grievance Studies Affair, também chamado de Sokal Squared. Aconteceu entre 2017 e 2018.
Três acadêmicos - Helen Pluckrose, James Lindsay e Peter Boghossian - decidiram testar o rigor da revisão por pares em áreas como estudos de gênero, estudos feministas, estudos de raça e teoria queer.
Eles explicam a metodologia assim: pegavam uma ideia absurda ou antiética e tentavam fazê-la passar usando a literatura da própria área.
Em 10 meses eles escreveram 20 artigos falsos. No momento em que foram expostos, 7 tinham sido aceitos, 4 já publicados online e 7 ainda em revisão.
O artigo com o Mein Kampf
Uma das ideias de teste que eles tiveram foi literalmente: "será que publicariam uma reedição feminista de um capítulo do Mein Kampf de Adolf Hitler?"
Eles pegaram o **capítulo 12 do volume 1 de *Minha Luta***, onde Hitler discute o movimento nacional-socialista, a necessidade de um partido que representa os interesses de um povo oprimido e critica o parlamentarismo.
Reescreveram o texto trocando o jargão nazista por jargão do feminismo interseccional:
• "luta do povo alemão" virou "luta feminista" • "judeus" e "burguesia" viraram "homens brancos privilegiados" e "neoliberalismo" • "espírito do nacional-socialismo" virou "solidariedade interseccional"
O artigo foi intitulado: "Our Struggle Is My Struggle: Solidarity Feminism as an Intersectional Reply to Neoliberal and Choice Feminism". Nossa Luta é Minha Luta: Feminismo Solidário como uma Resposta Interseccional ao Feminismo Neoliberal e da Escolha. Enviaram para a revista Affilia: Journal of Women and Social Work, uma revista feminista de serviço social revisada por pares, publicada pela SAGE.
O resultado: aceito. Conforme eles mesmos relatam: "A resposta para essa pergunta se revelou também um 'sim', dado que a revista de serviço social feminista Affilia acabou de aceitar o artigo."
Em outros relatos da época, a editora chegou a elogiar o artigo por trazer uma perspectiva importante para o feminismo.
Outros artigos do mesmo projeto que também passaram incluem:
• O artigo do parque de cães - que dizia que parques de cães são antros de cultura do estupro e que deveríamos treinar homens como treinamos cães. Foi publicado em Gender, Place and Culture e ainda ganhou prêmio de excelência da revista. • O artigo do Hooters - um pesquisador vai ao Hooters para entender o patriarcado. • O artigo da masturbação - defendia que homens se masturbando pensando em uma mulher sem consentimento cometiam violência sexual.
O projeto só acabou porque o jornalista do Wall Street Journal descobriu a identidade de um dos autores antes que todos os artigos completassem o processo de revisão. Depois da exposição, as revistas retrataram os artigos.
Esse é o Grievance Studies Affair, também chamado de Sokal Squared. Aconteceu entre 2017 e 2018.
Três acadêmicos - Helen Pluckrose, James Lindsay e Peter Boghossian - decidiram testar o rigor da revisão por pares em áreas como estudos de gênero, estudos feministas, estudos de raça e teoria queer.
Eles explicam a metodologia assim: pegavam uma ideia absurda ou antiética e tentavam fazê-la passar usando a literatura da própria área.
Em 10 meses eles escreveram 20 artigos falsos. No momento em que foram expostos, 7 tinham sido aceitos, 4 já publicados online e 7 ainda em revisão.
O artigo com o Mein Kampf
Uma das ideias de teste que eles tiveram foi literalmente: "será que publicariam uma reedição feminista de um capítulo do Mein Kampf de Adolf Hitler?"
Eles pegaram o **capítulo 12 do volume 1 de *Minha Luta***, onde Hitler discute o movimento nacional-socialista, a necessidade de um partido que representa os interesses de um povo oprimido e critica o parlamentarismo.
Reescreveram o texto trocando o jargão nazista por jargão do feminismo interseccional:
• "luta do povo alemão" virou "luta feminista" • "judeus" e "burguesia" viraram "homens brancos privilegiados" e "neoliberalismo" • "espírito do nacional-socialismo" virou "solidariedade interseccional"
O artigo foi intitulado: "Our Struggle Is My Struggle: Solidarity Feminism as an Intersectional Reply to Neoliberal and Choice Feminism". Nossa Luta é Minha Luta: Feminismo Solidário como uma Resposta Interseccional ao Feminismo Neoliberal e da Escolha. Enviaram para a revista Affilia: Journal of Women and Social Work, uma revista feminista de serviço social revisada por pares, publicada pela SAGE.
O resultado: aceito. Conforme eles mesmos relatam: "A resposta para essa pergunta se revelou também um 'sim', dado que a revista de serviço social feminista Affilia acabou de aceitar o artigo."
Em outros relatos da época, a editora chegou a elogiar o artigo por trazer uma perspectiva importante para o feminismo.
Outros artigos do mesmo projeto que também passaram incluem:
• O artigo do parque de cães - que dizia que parques de cães são antros de cultura do estupro e que deveríamos treinar homens como treinamos cães. Foi publicado em Gender, Place and Culture e ainda ganhou prêmio de excelência da revista. • O artigo do Hooters - um pesquisador vai ao Hooters para entender o patriarcado. • O artigo da masturbação - defendia que homens se masturbando pensando em uma mulher sem consentimento cometiam violência sexual.
O projeto só acabou porque o jornalista do Wall Street Journal descobriu a identidade de um dos autores antes que todos os artigos completassem o processo de revisão. Depois da exposição, as revistas retrataram os artigos.

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