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| Márcio Búrigo investiu em vias estruturaia, Clésio Salvaro não |
Como nenhum outro fazia isso tão intensamente, ele construiu uma aproximação inigualável com o eleitor. Além disso, priorizou obras de impacto visual. Ele fez a análise perfeita da capacidade de avaliação do eleitor que dá mais valor para um posto de saúde novinho do que para os serviços que deveria prestar.
Note, por exemplo, que há quem elogia a maravilhosa obra na Centenário sem ao menos saber como é em seu todo, tampouco observam o canteiro central. Isso se dá porque poucos andam por ali em sua extensão. Como, neste caso, nunca foi bom, o povo não tem do que reclamar. Não há o comparativo.
O povo quer apertar a mão do político, mais do que saber se trabalha de fato. Aliás, para o parlamentar não aparecer baste dedicar-se às prerrogativas do mandato. Fui assessor parlamentar (registrado pela rádio Hulha Negra), sei como funciona. CS nunca trabalhou como deputado! Sequer ía nas sessões, chegava em plenário apenas para as votações e corria de volta para o gabinete atender as pessoas e dar telefonemas para cabos eleitorais. Ele se dedicava à atividade política, não à de deputado em si. Jamais fez um pedido de informação, que seria para fiscalizar o governo do Estado. Sequer lia o que encaminhava na Alesc. Parece absurdo? Sim, os assessores faziam tudo, até assinar em seu nome, quando não eram documentos comprometedores.
Esses detalhes o eleitor não vê e nem se interessa em ver, não quer entender a dimensão de ter um politico que trata o mandato com desprezo.

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