Primeiro, se um país quer fazer guerra biológica não fará dentro de seus limites, com seu povo, mas fora. No caso desse país, o mais óbvio seria introduzir o vírus em Nova York, Paris ou Londres, os maiores destinos do mundo. A disseminação seria muitíssimo mais rápida e estaria com seus aeroportos prontos, seus cidadãos preparados etc; ao mesmo tempo com os insumos à venda. E quem saberia da origem?
Ninguém ganha dinheiro destruindo a economia dos seus clientes. Só se enriquece vendendo, comprando e revendendo. Sem clientes, sem vendas, sem dinheiro. A China tem enriquecido justamente porque passou a produzir para o mundo. Passou a vender em larga escala, não o contrário. Aliás, esta teoria de destruição do mercado internacional é a mais burra dentre todas as imbecilidades surgidas neste período.
Por fim, se tens UM fornecedor e este entra em colapso ou compromete o fornecimento de alguma forma, você perde com ele. Assim é o caso da China. Há ainda outro aspecto nessa relação econômica que estrategistas de mercado vêem com facilidade. Ninguém vai perder mais que ela nas próximas décadas com o Corona Vírus, pois os mega-empresários e países como os EUA, perceberam que precisam de outros fornecedores.
Na minha visão a África, em especial a Mauritânia, poderia receber aporte para ser outro grande parque industrial do mundo. Falo da Mauritânia por sua posição geográfica privilegia em relação aos grandes centros consumidores da América do Norte e Europa.
É um país pobre, ávido por riqueza. Imagino que não fecharia suas portas para investidores, apesar de ser oficialmente islâmico. Exportador de ferro, ouro e cobre, também possui uma pequena reserva de petróleo. Além do clima seco, sem grandes infortúnios como inundações, furações, terremotos etc. Sua população é de 4 milhões de habitantes, com densidade demográfica das mais baixas do mundo (3,4 hab./km². O Brasil tem 22 hab./km²) e vastas áreas absolutamente desocupadas.
É um país onde quase tudo precisa ser feito e isso é um trunfo neste cenário. Sua infraestrutura é precária, onde apenas 5% da população tem acesso à Internet. E quando quase tudo precisa ser feito, tudo pode ser planejado.


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