Evidentemente, não vou interpretar, dar significados, mas ater-me-ei ao texto. Ao que ele diz em si e não ao que tantos querem que ele diga. Sim, parto do princípio que mistérios são inacessíveis e o autor estaria mesmo dizendo o que disse pra evitar o que ocorre hoje: toda a sorte de ilações.
Vamos a alguns detalhes:
"Um novo céu, e uma nova terra" - e qual seria o velho? Com certeza não se refere ao céu que conhecemos com nossos olhos, mas não sabemos nada do tal Céu de hoje. E por que razão haveria um novo? A única coisa é que o de hoje não seja tão bom. A nova terra é compreensível. Para quê uma nova terra se bastaria o Céu?
Mas o que para mim há de mais estranho nessa descrição é da própria cidade. Como segue:
"E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente."
Sinceramente, que beleza há nisso se o valor das pedras já não existirá? Uma cidade só de pedras? Quer coisa mais fria? Sugiro que Deus contrate um paisagista, que arborize tudo. Ainda dá tempo!
"E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente."
Sinceramente, que beleza há nisso se o valor das pedras já não existirá? Uma cidade só de pedras? Quer coisa mais fria? Sugiro que Deus contrate um paisagista, que arborize tudo. Ainda dá tempo!
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