Pois é, mas também vão para o túmulo, ou seja, para a inexistência, o amor, a bondade, o altruísmo, a humildade, as amizades, as relações afetivas... E não importa se deixamos o bem ou o mal, vamos ser esquecidos mesmo que tenhamos um nome dado a uma praça, já que saber o nome não faz saber de quem se trata. Sim, imagine quem vai lembrar de você quando as pessoas que se relacionam diretamente consigo também se forem. Simples, seremos apenas um registro entre zilhões, uma citação, um texto ou um número.
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| Quem eram? Não sabemos. É a parte vida que não se tem dúvidas, mas se nega |
O que noto é o óbvio: uma forma de falar que nada diz. Um clichê tolo, como tantos que se multiplicam pelas redes sociais. O que eram os ditos populares, no boca-a-boca, ganharam projeção exponencial com a internet. A falta de raciocínio grassa sem a menor possibilidade de ser contido.
Sugiro não seres mais um desses imbecis que falam o que ouvem sem ao menos pensar um cadinho.

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