12 julho 2022

VSM - Valor Sexual de Mercado

É evidente a diferença entre homens e mulheres em se tratando de VALOR SEXUAL DE MERCADO*. Entende-se que valor difere de preço, haja vista que é uma atitude pessoal diante de suas preferências mais acentuadas. Porém, por mais que haja discursos em contrário, o instinto manda praticamente tudo no sexo. Como tal não depende daquilo que seja dito sobre sexo. Depende basicamente do que seu corpo sente, seus olhos procuram e daquilo que, de fato, homens e mulheres querem na cama, no tapete, no sofá, no chuveiro, no carro ou no mato.

E, por mais que queiramos ignorar os instintos se revelam em curvas de preferência ao longo do tempo. É algo implacável com as exceções que confirmam a regra.


A mulher começa a ser sexual muito atraente aos 15 anos e atinge seu ápice entre 23 e 25 anos. Nessa fase seus padrões de companheiro são elevadíssimas. Dai em diante é declínio absoluto, caindo, igualmente, seu padrão de exigência. Portanto, ela tem poderes de escolha ainda muito nova. Tal situação marca sua mente, supondo manter esse poder de atração pelo resto de sua vida. Certamente, cria muita frustração ver o "assédio" diminuir a cada ano. Por isso o empenho monstruoso das fêmeas em se manterem jovens, seja pelas roupas, seja por ações cirúrgicas. O tempo não perdoa e exigirá cada vez mais esforço.

Por sua vez os homens têm que lidar com a rejeição desde cedo. Não raro somos tratados com tal desprezo, quando nos aproximamos de uma mulher, que beira o desprezo pelo nojo. Todos sabemos o que é receber o silêncio e as costas ao abordar uma mulher. Isso igualmente nos marca para a vida. Porém, com a maturidade e a ascensão financeira conseguimos virar o jogo a nosso favor. Evidentemente as exceções confiram a regra.

Ainda jovem a mulher precisa apenas estar ali, visível, para ser atraente. Por sua vez os homens precisam proporcionar algumas coisas para serem atraentes, tais como boa profissão e, por óbvio, ser bom provedor. Como há muita competição a fração desses homens de sucesso é pequena e, portanto, dificulta ainda mais o acesso das mulheres com mais idade.

Tanto homens, quanto mulheres, têm que jogar o jogo e as regras não são feitas pelos menos favorecidos. Não há cotas de dívida histórica. São feitas pela natureza para eliminar gens menos interessantes. Este jogo exige esforço de ambos, mesmo que para os homens seja mais complexo ascender à preferência de muitas parceiras ao contrário do discurso de que "homem pode tudo". No jogo do sexo o gráfico mostra quem pode e quando.

*O termo VSM foi apresentado no livro “Rational Male” de Rollo Tomassi, como o resultado de uma equação, com alguns fatores que tornam uma pessoa mais atraente, no contexto social que ela está inserida.

04 julho 2022

O CASAMENTO

Entenda que o casamento, esse que chamamos de tradicional, foi concebido sob temperatura e pressão diferentes das que vivemos hoje. O contexto era tão estranho aos nossos dias que fazer qualquer relação torna-se um ato de estupidez.

A questão é se com um mundo totalmente diferente temos que admitir que essa união de homens e mulheres seja vista como a ideal, necessária ou única opção. Mesmo que a religião imponha que o casamento é instituição divina o próprio ato de aceitar um Deus criado num mundo como o de milhares de anos, seja razoável. Nenhum dos deuses conhecidos combinam com o mundo em que vivemos. São TODOS anacrônicos, exigindo insanidades.


Na hora que a tradição atropela e a liberdade propicia alternativas vemos que é o casamento, o tradicional, que sucumbe. A liberdade de escolha, que não ameaça a sobrevivência, não quer esse modelo. Paralelamente, os defensores dele apontam para a destruição da sociedade se não o mantiverem. Isso é óbvio. Afinal, se destruo a base o edifício cai. A resposta que não é possível obter nesse momento é se isso é, de fato, ruim. Não temos referências históricas para analisar. Não temos experiências para comparar.

Não estou a defender nada neste texto. Apenas vejo que, se o casamento fosse a maravilha que os religiosos dizem, não haveria tantos pastores conselheiros matrimoniais, e nem problemas conjugais terríveis. Desejaríamos ardentemente o casamento por vermos que a vida de um casado é muito melhor. E é? Não é. As reclamações superam, em muito, os elogios. Não preciso defender a saúde porque ela é boa em si mesma.

Há ainda as diferenças biológicas. Homens e mulheres são incompatíveis! Alguma dúvida?

Além disso, homossexuais querendo o casamento soa ainda mais grotesco. Chegam a fazer cerimônias com vestimentas tradicionais, onde um está com vestido de noiva branco etc. Faltam-me palavras para descrever tal bestialidade.

Outro detalhe importante são as crianças. Não há dúvidas que a presença masculina na vida de uma criança a faz melhor. Mas qual presença? Como a qualificamos? Ora, um homem morar junto de seu filho não garante "presença". Notem casos de homens, cujos trabalhos os fazem passar muito tempo fora de casa, tais como caminhoneiros, por exemplo. Significa que seus filhos serão rigorosamente problemáticos? Não vemos filhos de políticos que mal passam um domingo à tarde dentro de casa e, assim mesmo, estão bem com os seus. Da mesma forma um "paizão" corre o risco de ter um animal, ao invés de um ser humano, a carregar sua herança.

Para mim estamos numa transição e os resultados são totalmente desconhecidos. Contudo, se você entende que o casamento tradicional é o caminho, que sigas. Se achas que não precisamos dele, que sigas. O que, definitivamente, não posso entender como sadio é a imposição de vontades. Ainda mais travestidas de divinas vindo de religiões que permitem (ou permitiram) poligamia contra a vontade da mulher. E neste sentido não sobra uma sequer.